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Proposta Pedagógica

Pedagoga

Coordenação Pedagógica

A coordenação pedagógica auxilia os professores nos diferentes aspectos referentes ao trabalho nos grupos. Buscamos, junto aos educadores, qualificar cada vez mais o atendimento às crianças, através de orientações, observações em sala de aula, reflexões, análise de planejamento, organização da rotina, atendimento às famílias e formações (através de seminários e reuniões sistemáticas).

Esse suporte é de extrema importância, pois além da troca entre os profissionais, há também um trabalho integrado com a equipe, oferecendo suporte para auxiliar no desenvolvimento integral do educando, seja emocional, cognitivo, físico ou nutricional.

Projetos de trabalho/Projetos de estudo

A aprendizagem se torna muito mais efetiva se estiver relacionada ao interesse, ao prazer e ao lúdico. O trabalho com projetos de estudo busca aliar curiosidade, significado, pesquisa e conhecimento. Nessa perspectiva o/a aluno/a deixa de ocupar apenas a posição de aprendiz e passa a ser pesquisador, “descobridor” e produtor de conhecimento. Na Escola Mamãe Deixa, os projetos são trabalhados em todos os grupos, desde o Berçário até o Jardim B.

A criança é um ser ativo e dinâmico no processo escolar, tendo suas curiosidades valorizadas, trocando experiências e opiniões com o grupo, percebendo as curiosidades e necessidades suas e da turma em que está inserida. Partir do interesse ou da necessidade dos grupos é um motivador muito importante. A partir disso, a professora organizará um planejamento integrado e transdisciplinar, que atenda às necessidades da faixa etária e às características da turma em questão.

O trabalho com projetos é basicamente dividido da seguinte forma:

Escolha do tema

O tema pode ser escolhido de diversas formas, através de conversas, consenso, tema de casa, sugestão das famílias, acontecimento importante, observação de brincadeiras, necessidade do grupo em questão, entre outras. O mais importante é perceber o grupo e ouvir os alunos, principalmente quando esses já se expressam com mais clareza, pois assim incentivamos a capacidade de escolha e a argumentação, além do desejo de aprender.

 Planejamento e desenvolvimento

O planejamento deve ser feito a partir do levantamento de hipóteses e do interesse dos alunos, lembrando que não devemos nos preocupar em esgotar as possibilidades de uma temática, mas sim, atender às necessidades e curiosidades das crianças. A partir desse ponto buscamos aliar propostas que possibilitem o desenvolvimento integral dos alunos, como atividades plásticas (pintura, modelagem, colagem, construções individuais e coletivas…), histórias, teatro, música, culinária, atividades psicomotoras, entre outras. Nessa etapa do projeto surgem novas aprendizagens e construções coletivas.

Socialização

Certos de que o conhecimento é algo a ser dividido e propagado, incentivamos a socialização desse conhecimento, que pode se dar de diversas maneiras: com uma roda de estudos e descobertas compartilhadas com outros grupos, produções coletivas, exposições, criação de textos, músicas, brincadeiras, etc.

Pedagoga Taís Ribeiro Brasil Russo

(Especialização em Educação Infantil)

Psicóloga

Para que o desenvolvimento integral da criança se dê de forma satisfatória, a psicóloga tem como objetivo junto aos professores de encorajá-los a desenvolver cada vez mais um papel ativo no processo educacional; junto aos pais de auxiliá-los no âmbito das dúvidas e problemas enfrentados pela família e, junto às crianças, um acompanhamento para avaliar questões de desenvolvimento global, comportamento e processo de aprendizagem.
Tal profissional contribui para o desenvolvimento de recursos da personalidade das crianças, visando à formação de indivíduos autônomos, críticos e solidários.

Psicóloga Márcia Fett de Assunção Marques

Nutricionista

Projeto Semanal: “Vida Prática”

Este projeto foi criado com o objetivo de mostrar para a criança que a cozinha também pode ser um território de exploração, desde que neste momento haja uma supervisão e “pequena” orientação do adulto.

A criança aprende que existem várias práticas culinárias simples que podem ser feitas por ela; com isso torna-se mais independente e, se estimulada, a cada dia menos dependente do adulto na área alimentar.

Manuseando alimentos: descascando, picando, cheirando, misturando, a criança explora as texturas e desenvolve a sensação tátil; conhece novos sabores e aromas e aperfeiçoa seu paladar e olfato. Todas estas etapas a ajudam a perder o medo do alimento “diferente”.

Este momento também ajuda a criança a dividir as tarefas que fazem parte dos processos culinários, visualizando cores, aprendendo novas palavras e noções de quantidade, enriquecendo assim o seu vocabulário e exercitando a matemática. Por fim, ao manusear diversos aparelhos e utensílios, as crianças desenvolvem a motricidade fina e o cuidado que devem ter com os mesmos.

Nutricionista Maria Teresa Sawitzki